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mesmo sítio de sempre.

mesmo sítio de sempre.

...

Já passaram três meses desde o último post e esse prazo, de que falei, em pouco mais de um mês chega ao fim. 

Foram três meses incríveis e, em certa maneira, inacreditáveis. Continua a ser tudo muito verdade aquilo que escrevi, do prazo e não sei quê. Mas já passaram mais três meses e hoje a relação é bastante mais estável. Continuo ou continuamos, no caso, sem se quer pensar em manter uma relação na distância, eu não acredito minimamente nisso. Mas acredito que o prazo se pode estender, também porque tentarei que a minha vida rume nesse sentido. E também porque isto tudo tem sido tão inacreditável, inimaginável e verdadeiro, que eu sei que um dia mais tarde nos iremos encontrar por coincidência ou não. Eu não gosto de dizer isto porque acham sempre que é uma estupidez, mas é mesmo isso que eu sinto neste momento, não é nenhuma certeza absoluta, é apenas o que eu sinto, que ainda nos vamos encontrar e que teremos todo o tempo que Lisboa não nos deu.

Tem acontecido exatamente o contrário daquilo que sempre me acontece no amor. Não me apetece escrever sobre isso nem aqui nem em lado nenhum (a não ser para a pessoa diretamente e isso faço-o bastante), não me apetece dizer o que neste tempo essa pessoa já me ensinou e aquilo que eu já aprendi de mim neste tempo. Tem sido tanta merda (boa) que nem me cabe no peito, nem em lado nenhum. Não quero partilhar nas redes, não me apetece partilhar com o mundo e eu não me ando a esconder de ninguém. Sabe quem tem de saber, os amigos mais próximos, a família (não a minha, por enquanto) e quem partilha os nossos espaços diariamente. 

Enfim. Eu tentei voltar aqui muitas vezes e escrever sobre isso, mas simplesmente eu não tenho vontade. Mas tenho estado muito feliz como estou sempre, talvez mais ainda agora. Sempre disse que se vier alguém seria para acrescentar, porque eu bem já estou sozinha, obrigada.

E obrigada a esta pessoa incrível e é só. Por fazer com que o mundo seja ainda mais bonito e o mais bonito é termos consciência disso e de que o mundo continua bonito sem nós.

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