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mesmo sítio de sempre.

mesmo sítio de sempre.

passeio.

Ainda não sei o que quero ser quando for grande para além de mim. Ainda não sou o que quero ser mas o que quero ser não sei. 

Às vezes gostava que a vida fosse só isto, passear de mão dada pelas ruas da cidade. Lisboa para mim nunca foi saudade, como lhe escrevem as paredes. Lisboa é o encontro dos que ficaram. Onde brota o amor e onde se guardam os segredos.

Tal como Lisboa, não há chuva nem sol que limite o amor, o nosso. Não sei o que quero ser mas o que serei, quero sê-lo contigo. Com espaço para os demais sem que nos roubem espaço de mais. Numa casa feita de nós: de música, de palavras, de prazeres, de sonhos. Quero o teto pintado de azul para que possa à noite colocar-lhe estrelas. Uma parede branca para que possamos preenchê-la com momentos. Quero uma sala vazia só para poder enchê-la de ti. Ver o teu sorriso do tamanho do sol sempre que me abordas ou acordas.

Gostas de viver na utopia de uma perfeição que sabes que não tenho, e na vida, acreditas que existam muitos prazeres mas o maior certamente é amar-me. 

Eu, só te conheço no amor, nunca te conheci noutra forma ou lugar por isso não sei se o amor existe para além de ti. Nem quero. 

Às vezes gostava que a vida fosse só passear de mão dada pelas ruas da cidade. Mas depois penso que contigo, a vida só pode ser isso mesmo: um passeio. Passos cheios de nós.

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